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A Única Pessoa Que Posso Salvar: EU

20/03/2019

Um grande aprendizado para minha profissão com uso das Abordagens Sistêmicas é não interferir no que é próprio do aprendizado de cada pessoa.

Como profissionais da ajuda que somos, não nos cabe tomar o problema do cliente e querer resolver a sua dificuldade como se ele fosse incapaz de tomar suas próprias decisões, fazendo isso estamos interferindo no destino do outro.

Quando comecei a ter novos conhecimentos e ver o mundo com outras lentes, as vezes pensava, porque não tive esses conhecimentos quando eu tinha 18 anos, minha vida seria diferente.

Mas com o passar do tempo, e quanto mais aprendia, entendi que tudo acontece como tinha que ser, para o meu bem e do meu sistema. Talvez naquela época eu não tivesse a maturidade suficiente e não estivesse pronta para este aprendizado. E melhor, não teria passado pelas experiências maravilhosas que me trouxeram até aqui e pelas quais sou profundamente grata.

Aos 18 anos eu estava limitada pelos meus contextos, no entanto, meu filho, hoje com 18 anos, está fazendo formação em Constelação e tem uma compreensão totalmente diferente de mim naquela época. E isto também se deve a minha própria evolução.

Arrogância acreditar que temos nas mãos a solução mágica que vamos salvar o mundo, humildemente devemos nos colocar no papel de facilitadores de processos de ampliação de consciência para que a própria pessoa querendo e se sentindo pronto possa fazê-lo. A única pessoa que posso salvar: EU.

Somente quando entendo e assumo meu lugar posso exercer o papel de “ajudar”, sem intenção de resolver a questão.

Me lembro de atender um casal em conflito, no qual me coloquei apenas como facilitadora para que houvesse um diálogo. Cada um passou por um atendimento sistêmico, nos quais ficou claro que a solução viria se cada um assumisse a parte de responsabilidade, agindo como adultos e olhando para o filho.

No entanto, embora ambos tenham passado pelo processo de olhar para o conflito de forma sistêmica, ainda não estavam preparados para mudar e ainda precisavam do processo judicial.

O que podemos observar é que a solução nem sempre vem de forma rápida, e não está aqui para atender as expectativas do facilitador.
Neste momento, lhes disse agradeço a vocês por me ensinarem algo e me retiro amorosamente, desejando-lhes que encontrem um boa solução.
Um ano depois, a mulher veio me agradecer porque finalmente tinham chegado à uma solução!

Fabiana Quezada


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Fabiana Quezada

Fundadora e desenvolvedora da SBDSIS | Advogada | Meta-coach
Consultora Sistêmica | Mediadora Consteladora…

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